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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Grande Jogo 2012

Ontem presenciei algo muito bonito.


Foi um domingo lindo, com um sol maravilhoso.

Foi no Rio de Janeiro.
Foi no Aterro do Flamengo.
Foi no Grande Jogo 2012.
Foi um evento do Movimento Escoteiro.

O que eu vi?


Uma enorme quantidade de homens e mulheres (os Chefes), que usam seu tempo para fazer a diferença na vida de uma quantidade infinitamente maior de crianças, adolescentes e jovens.


Foi um domingo onde famílias se uniram para proporcionar aos seus filhos, seus maiores tesouros, um momento de grande diversão, através da atividade escoteira que ocorreu no Aterro do Flamengo.


Uma grande comemoração daqueles que decidiram, praticar pelo menos uma boa ação por dia.

Foram várias atividades. Para minha surpresa, já que ainda estou engatinhando neste mundo novo, vi atividades de bastante elaboração já que um leigo associa escoteiros a pessoas que ajudam velhinhos a atravessarem a rua e, como nos filmes americanos, vemos os scouts vendendo biscoitos de chocolate.


Mas tinha até Sudoko. É! Isso mesmo! Sudoko. Um jogo super complexo.


Vi jovens praticando o que aprendem em seus grupos como, por exemplo, primeiros socorros.





 Realmente vi no Grande Jogo 2012 o que venho acompanhando desde que meu filho entrou para o escotismo no Grupo 11 Siqueira Campos. Que por sinal ganhou ouros e prata nas atividades. Parabéns para eles e para todos os grupos que estiveram no Aterro do Flamengo.


Houve também momentos de auxílio ao próximo com doações para o Bazar Recriar que ajuda o Hospital Geral de Nova Iguaçu. Para mais informação: http://ongrecriar.blogspot.com.br/


Para terminar quero deixar meus parabéns para todos os chefes que proporcionaram uma tarde muito marcante em minha vida. E como eu disse ontem conversando com um chefe: " Por que não fui escoteiro quando criança?"





E que venha o Grande Jogo 2013.

sábado, 5 de maio de 2012

Escotismo e a religião. Um grande desafio para os lideres do Movimento Escoteiro!

Este coluna surgiu a parti de algo que ouvi:
Escoteiros Muçulmanos

A frase que desencadeou esta coluna:
 "O Escotismo é basicamente católico".

Pelo “pouco” que eu venho lendo sobre o Movimento Escoteiro para poder aplicar no meu blog, percebo que a preocupação principal do seu fundador de nome Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, mas conhecido apenas como Baden-Powell, não era com a religião em si.

Mas como começamos a falar sobre religião e mesmo sabendo que sobre religião, politica e futebol não se deve debater, iremos apenas INFORMAR de uma maneira bastante pedagógica sobre o que fala os órgãos responsáveis pelo escotismo, pelo menos no Brasil.

Se entrarmos no endereço dos Escoteiros.org.br nos depararemos com a Apostila Curso Preliminar Apostila do Formador e nas páginas 12 e 13, (clique no link a cima) poderemos ler sobre o que fala o órgão do escotismo no Brasil sobre o assunto religião. 

Escoteiros Judeus

Mas como sei que muitas pessoas não gostam de ficar clicando em link's segue o texto da apostila:

A base da visão de B-P sobre a religião no Movimento Escoteiro encontra-se no
 “Guia do Chefe Escoteiro” (página 12 da apostila)


Para entendermos corretamente a política de 
orientação espiritual da U.E.B., necessariamente 
devemos conhecer o conteúdo do capítulo 3 do P.O.R., 
reproduzido abaixo na íntegra:

Orientação Espiritual
Os Grupos Escoteiros deverão respeitar a seguinte 
orientação espiritual;

a. Todos os membros do Grupo devem ser estimulados a 
ter uma religião e seguir fielmente seus preceitos;

b. Quando o Grupo for composto por jovens de uma 
única religião, obrigatoriamente, seus adultos deverão 
pertencer a essa mesma religião e terão, como obrigação 
indeclinável, que zelar pelas práticas religiosas de seus 
integrantes e pela orientação religiosa do Grupo;

c. Quando o Grupo for composto por jovens pertencentes 
a diversas religiões, seus adultos devem respeitá-
las, verificando que cada um observe seus deveres 
religiosos;

d. Os jovens devem ser estimulados a assistir às 
cerimônias religiosas do seu próprio culto e tem o direito, 
quando em acampamentos, de isolar-se para orações 
individuais ou coletivas e para o estudo de sua religião; 

e. É vedado aos adultos tornar obrigatório o 
comparecimento dos jovens às cerimônias religiosas.

Os Grupos Escoteiros devem contar com orientação 
espiritual adequada às diferentes religiões dos seus 
membros juvenis, ministrada por pessoas de sua religião.
O Escotismo é um movimento voluntário. 
Ninguém é obrigado a participar dele, mas quem deseja fazer parte, 
deve seguir seus preceitos, como atender a Lei e a Promessa. 
E prometemos, quando desejamos ser Escoteiros, cumprir 
nossos deveres para com Deus. Existem outros Movimentos 
parecidos com o Escotismo sem serem religiosos.
O Escotismo faz das suas atividades, principalmente 
as ligadas à natureza, momentos de aproximação do 
homem a Deus.

Escoteira Coreana

Algo também de muito interessante é que o seu fundador era filho de um reverendo da igreja Anglicana, que se não estou enganado é uma igreja protestante que aqui no Brasil costumamos dar um nome pejorativo de igreja evangélica. 

(...a Igreja britânica decidiu que o melhor caminho era romper com a Igreja Romana
 e sua dominação papal, o que aconteceu definitivamente em 1534, por meio do 
rei Henrique VIII, que aproveitou um conflito pessoal com o 
Papa, desencadeado pela decisão real de anular seu matrimônio com Catarina de Aragão,
 para separar de uma vez sua Igreja da esfera romana. 

Esta cisão se deu em plena eclosão da Reforma Protestante,
 representando assim a liberdade de uma Igreja que sempre se desenvolveu 
de forma autônoma. Assim nasceu a Igreja Anglicana,
 também conhecida como Igreja da Inglaterra). 
Fonte:Infoescola

Escoteiros no Sri Lanka (Índia)

Logo se houve da parte de Baden Powell a preocupação com a formação religiosa dos jovens e aí não estamos falando de uma religião específica, devemos entender que veio dos ensinamentos que seu pai lhe transmitiu. Daí se fossemos levar em consideração que no inicio deste texto foi falado: " O escotismo não é basicamente católico" mas sim de origem protestante.

Mas isso não nos interessa enquanto amantes do Movimento Escoteiro e responsável por esse blog.

Nossa preocupação é com o cuidado que nós pais, educadores e chefes falamos em pleno pático e próximo aos nosso futuros adultos.

Como queremos, com faixas incentivar a não haver preconceito de já nos colocamos como o pré-conceito de que a maioria do Movimento Escoteiro pertence a religião A ou B?

Devemos nos policiar com nossas palavras e atitudes pois somos exemplos para nossos lobinhos, escoteiros, senior's, pioneiros e até mesmo para outros chefes.

Palavras ferem mais que uma agressão física. Machucam a alma. E assim como eu ouvi o que eu ouvi, um de nossos jovens poderiam ter ouvido e não ter a capacidade intelectual de saber "filtrar" a informação e Deus sabe como se sairia disso!

Escoteiros Brasileiros

Espero não ver faixas no grupo.
Espero ver mais compreensão.  
Espero ver mais comprometimento. 
Espero ver mais amor pelos jovens.
Espero ver mais crianças querendo ser como seus chefes.
Espero ver mais pais aderindo ao grupo.
Espero ver mais pais se tornando chefes.
Afinal:
Espero ver a cada dia o que não vejo mais lá fora, quando saio dos muros dos Nossos Grupos do Movimento Escoteiro: amizade, união, amor, e gratidão a Deus pelas nossas famílias. Por que esses sentimentos sim afloram cada vez mais dos muros para dentro!!! 

Por que escotismo é isso: UMA GRANDE FAMÍLIA.

Termino com uma frase de Baden Powell:


"Esquecemos que somos todos filhos do mesmo Pai e que todos estão se esforçando por fazer Sua vontade, ainda que por modos inteiramente diversos”. Baden Powell


Divulguem essa mensagem. Nosso filhos irão agradecer.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Atividade Pioneira. Um convite da Comissão Interclãs do Rio

A casa Maria de Magdala é uma associação que funciona como um abrigo para os HIV 

soropositivos, adultos em fase crônica, avançada, terminal ou considerada fora de 

possibilidade terapêutica, e crianças em qualquer estágio. 

(mais informações: http://www.casamariademagdala.org/)

Casa Maria de Magdala


Um convite da Comissão Interclãs do Rio


Comissão Interclãs Do Rio


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

As pessoas com deficiência no Movimento Escoteiro Brasileiro


Em nosso país, alguns Grupos Escoteiros, em vários Estados, têm recebido em suas fileiras crianças portadoras de necessidades especiais. Trata-se, na maioria dos casos, de experiências isoladas e sem uma retaguarda institucional para a empreitada, isto é, sem o apoio de um programa oficial da União dos Escoteiros do Brasil que estabeleça princípios, oriente ações e defina limites, assim como uma estrutura de capacitação de voluntários adultos e jovens líderes para tarefa de tamanha responsabilidade como essa. A principal conseqüência dessa carência é a descontinuidade das iniciativas, por mais bem intencionadas que sejam.
Podemos citar como exemplos do esforço individual de Grupos Escoteiros, a experiência do Grupo Escoteiro Cruzeiro do Sul (49°/SP) na cidade de São Paulo, que, em parceria com a Associação de Assistência à Criança Defeituosa – AACD, promoveu, entre os anos 1963 e 1975, a integração de crianças portadoras de necessidades especiais às Alcatéias do Grupo.
Alguns Grupos Escoteiros, em diversos Estados do país, têm recebido isoladamente crianças ou jovens deficientes, principalmente parentes de membros do Movimento Escoteiro. Contando com a boa vontade dos Escotistas e dos membros jovens, esses meninos e meninas são recebidos com entusiasmo, mas logo tanto os adultos como os jovens sentem o peso da falta de conhecimento para lidar com essas pessoas portadoras de necessidades especiais. Outros Grupos ou Seções de Grupos Escoteiros tentam atuar junto a entidades de assistência a portadores de necessidades especiais. Nesse caso, trata-se de promover periodicamente atividades conjuntas entre escoteiros e as crianças atendidas por essas instituições, que na verdade são “atividades especiais”, estanques e periódicas. Em outras palavras, essas “atividades especiais”, apesar de instantaneamente compensadoras, não estão inseridas em um programa educativo que contemple o potencial de cada criança ou jovem nas seis áreas de desenvolvimento preconizadas pelo Movimento Escoteiro, assim como não estabelece metas nem realiza avaliações com as próprias crianças. Na maioria dos casos, a falta de conhecimento das deficiências – sua etiologia, manifestações, limitações e possibilidades de tratamento – assim como a falta de preparo e apoio institucional da própria UEB, resultam em desânimo de ambas as partes e a conseqüente cessação das ações.
Neste paradigma, reconhece-se que os atuais programas e estratégias de Escotismo para Todos, ainda, são insuficientes ou carecem de ajustes conceituais e técnicos, tendo em vista a inclusão das crianças e jovens com necessidades especiais. Como afirmamos acima, nos lugares onde existem atividades voltadas apenas a grupos específicos, elas funcionam com programas especiais, instituições especializadas e docentes especializados, estando, portanto, à margem do programa educativo regular – Programa de Jovens – que no nosso país ainda não contempla a inclusão. Admite-se que essas experiências, embora com a maior boa vontade dos participantes, conduzem muitas vezes à exclusão: a diferenciação torna-se uma forma de discriminação, as crianças que têm necessidades especiais acabam por ficar de fora da vida normal de um Grupo Escoteiro, continuando, mais tarde, sua vida social e cultural excluídas da comunidade.
Em 1998, Seniores e Pioneiros dos Grupos Escoteiros Marechal Rondon (108°/RS) e Léo Borges Fortes (80°/RS), no Estado do Rio Grande do Sul, assumiram a primeira atividade do Projeto Basta Passar a Ponte. Trata-se de projeto desenvolvido pela Federação dos Escoteiros Católicos da Bélgica, traduzido e adaptado para as condições brasileiras por uma equipe de líderes e jovens líderes desses Grupos Escoteiros. Desde então, outros 11 G.E.s do Rio Grande do Sul e um do Paraná engajaram-se ao Projeto, que envolve também 9 instituições de ensino do Rio Grande do Sul. O Projeto, que visa “criar as condições necessárias para que, através da capacitação, divulgação e atividades, os Grupos Escoteiros consigam acolher com maturidade e segurança, portadores de necessidades especiais, na busca de uma efetiva integração social” tem crescido e produzido alguma repercussão, principalmente no Rio Grande do Sul e tem encontrado boa receptividade por parte da UEB, que pensa em torná-lo oficial para todo o país.

Viva Cidade Sobre Rodas

Como lidar e conviver com as deficiências?

Olá gente amiga!!!
Estamos empenhados nessa nova iniciativa de realizar o projeto de ação social Movimento VIVAcidade Sobre Rodas. E atraves deste nosso site iremos revelar nossos ideais, informar os eventos, noticiar acontecimentos, buscar juntos soluções pra diversos problemas que enfretamos no dia a dia e no convívio com  o meio e também iremos postar algo interessante que encontrarmos pela net e partilhar aqui com todos que vierem nos visitar. Hoje começo abrindo o nosso blog com esta cartilha informativa que encontrei. Nela consta várias dicas de como nos relacionarmos com as diferentes deficiencias. Vale a pena conferir. ;-)

Pode ser comum a reação de uma sensação de desconforto de uma pessoa
não deficiente diante de uma pessoa com deficiência. Nesses casos, uma boa dose de delicadeza, bom senso, sinceridade e bom humor para resolvê-las nunca falha.
E lembre-se de conter sua curiosidade não perguntando a razão de uma pessoa ser deficiente.
Situações de desconforto diminuem e podem até mesmo desaparecer quando existem oportunidades de convivência entre pessoas deficientes e não-deficientes.
Segundo o senso do IBGE (2000) 24,5 milhões ou 14,5% da população brasileira apresenta algum tipo de incapacidade (limitação para atividade) ou deficiência, esse dado representa cerca de 25 milhões de pessoas.
 Todas as deficiências são iguais?
Não! Lembre-se de que cada tipo de deficiência traz em si diferentes
necessidades.
  
Deficiência Visual:
Orientação Caracterizada por limitação
visual, variando da cegueira
total à visão subnormal (parcial),
sendo que neste último caso
ocorre a diminuição da percepção
de cores e dificuldades de
adaptação à luz.        
 
Deficiência Física:
Locomoção
É todo o comprometimento da
mobilidade, coordenação motora
geral ou da fala, causados por
lesões ocasionadas por acidentes
ou congênitas (de nascimento). 
  Deficiência Auditiva:
Comunicação
É a perda total ou parcial da
capacidade de compreender a
fala através do ouvido. Tendo
a variação da surdez profundo
onde o sujeito não percebe os
estímulos sonoros e a surdez
leve onde a pessoa consegue
perceber estes estímulos.
 Deficiência Intelectual:
Cognição
É atraso ou lentidão no
desenvolvimento mental que
pode ser percebido na maneira
de falar, caminhar ou escrever,
ele pode variar de leve ao
profundo.
 

Qual o termo correto que deve-se utilizar?


O emprego do termo às pessoas com alguma deficiência como
“pessoas especiais” é muito genérico, ou seja, qualquer pessoa pode ter
uma necessidade especial, como uma grávida, um diabético, um idoso.
Hoje em dia o termo utilizado é “Pessoas com Deficiência”. Esta
denominação deve ser utilizada não por ser politicamente correta, mas
porque, desta forma, a questão substantiva (“pessoas”) possui mais
importância do que o aspecto adjetivo (“com deficiência”). A deficiência é
apenas uma dentre várias características pertencentes a estas pessoas.
 
 VIVA AS DIFERENÇAS,

ACEITE-AS E CONVIVA COM ELAS!!!

 

Escotismo para todos ! Entrevista Especial


Gabi com o certificado de Lis de Ouro e a Medalha Escotista Mário Covas
Foto: Filipe Rocha

Lamentação é uma palavra desconhecida para a Jovem Gabriele Talaia (15) Guia do Grupo Escoteiro Piratininga na cidade de São Paulo.

No escotismo há 4 anos, Gabriele Talaia Zanzim, ou Gabi como é conhecida, sofreu um grave acidente quando brincava com um amigo e caiu acidentalmente sofrendo uma forte queda que fraturou a sua coluna. A fratura a deixou paraplégica, mas não paralisou suas ações e sua força de vontade em continuar no Escotismo.

Sempre com um sorriso estampado no rosto e uma grande alegria de viver, Gabi não se queixa de sua atual situação - “Quando você sofre um acidente desses, ou você cresce ou você se afunda, eu resolvi crescer” – comenta Gabi. Para ela, o Escotismo ajudou bastante a superar todo o trauma - “O Escotismo é uma grande escola, ajudou bastante a continuar tocando a vida sem ficar me queixando. Aprendi a me virar sozinha, a perceber que precisamos das outras pessoas e que o mundo não gira só entorno de nós” – complementa Gabi.

Passados 30 dias após o acidente, Gabi voltou a praticar o Escotismo com força total, atingiu o Grau Máximo do Ramo Escoteiro, o Lis de Ouro, e recebeu o Prêmio Escotista Mário Covas Jr.-prêmio que reconhece exemplos onde o espírito escoteiro atua de maneira intensa e efetiva.

– “Fiquei um mês certinho no hospital, voltei para o grupo logo em seguida e tirei a Lis de Ouro, pois não tinha porque não tirar, sou como qualquer outro escoteiro” – Ressalta Gabi. O Prêmio Escotista Mário Covas Jr. foi entregue de surpresa, quase me afundei na cadeira de vergonha quando chamaram meu nome”– relembra Gabi com humor.

      
Gabi em atividades Escoteiras: Plantio de árvores e Excursões

As atividades desenvolvidas pelo Grupo Escoteiro que Gabi freqüenta são todas planejadas com o objetivo de incluí-la sempre – “Desde o local escolhido para acampar até os jogos que serão aplicados temos sempre o objetivo de incluir a Gabi em tudo. Em atividades mais complexas como uma trilha ecológica, cada um empurra um pouco a cadeira e se for preciso carregamos ela no colo” – comenta Tilinha Andrade, Escotista do Grupo Escoteiro Piratininga.

“Eu não tenho medo de participar das atividades Escoteiras,  e se eu cair eu levanto” – finaliza Gabi.
Além de sua vida Escoteira, Gabi namora, estuda e passa grande parte do dia fazendo duas coisas que adora, desenhar e navegar na Internet, onde mantém um Blog com textos de sua autoria.

Exemplos como os de Gabi são cada vez mais freqüentes no movimento escoteiro. Prova de que é possível incluir deficientes no Movimento .

O Instituto Cidadania Ativa parabeniza os Escotistas do Grupo Escoteiro Piratininga por todo o esforço e dedicação no planejamento e execução de atividades especiais para a inclusão da Guia Gabriele Talaia Zanzim.

* Se você conhece ou possui histórias de superação de obstáculos e dificuldades junto a seu Grupo Escoteiro, enviei para o ICA, teremos a maior satisfação de reproduzi-las em nossos veículos de comunicação para que a sociedade conheça melhor o espírito escoteiro e os valores que cultivamos junto ao nosso método educacional.