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Meus Amigos

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Novo Grupo da Associação dos Escoteiros de Portugal





Foi inaugurado no passado dia 14 de Maio mais um Grupo da AEP, o 242 de Corroios.

A Fraternal teve o ensejo de ter estado presente nas primeiras reuniões preparatórias para a formação deste grupo, tendo acompanhando também de perto o seu rápido percurso até á abertura.

Na cerimónia de inauguração o Presidente do Conselho Director, endereçou ao Grupo a seguinte mensagem:

"Caros Companheiros do 242

Sinto-me feliz por poder ter estado no início das diligências efectuadas para a abertura deste grupo de escoteiros.

Sente-se a Fraternal dos Escoteiros de Portugal, que eu aqui represento, também feliz pelo sentimento do dever cumprido. Faz parte da nossa Missão, entre outras, apoiar o Movimento Escotista, essencialmente através da AEP. E é muito gratificante ver o Movimento a crescer desta forma.

Sinto pelas vossas caras, tanto na dos mais novos como na dos dirigentes, que também estão felizes.

E a construção da felicidade é algo de muito importante para o Movimento escotista.

Contribuir para a educação cívica dos jovens, através da prática do escotismo, ajudando-os na execução de programas progressivos e atraentes, que visam a promoção da paz e a procura de um mundo melhor, criando assim a felicidade, é uma tarefa de todos: Dirigentes, pais e escoteiros adultos.

A AEP que se preza de ser uma associação para todos, aberta a todos os níveis sociais, a todas as raças e etnias e a todos os credos, assim como a Fraternal, que sendo actualmente autónoma, é oriunda da AEP e perfilha os mesmos princípios, não renega a essa tarefa educadora e da construção da felicidade.

Podem continuar a contar connosco como irmãos mais velhos, para vos ajudar com a nossa experiência de vida, para dar o nosso testemunho sobre virtudes do método escotista, para a divulgação do escotismo, em especial nas vossas reuniões de dirigentes e de pais.

Quero deixar-vos em nome da Fraternal uma pequena oferta.

É um pequeno livro, cuja 2.ª edição da iniciativa da Fraternal, já há muito esgotou.
Intitula-se “Fogo do Conselho”. Foi escrito por um antigo dirigente da AEP e Presidente da Fraternal.

Espero que ele sirva para vos ajudar a melhor conhecer a técnica do fogo de conselho, novas animações e novas canções, e contribua assim para a criação de mais momentos felizes.

A todos desejo os melhores votos de BOA-CAÇA e contém sempre com os velhos-lobos da Fraternal"

O CENTENÁRIO DO ESCOTISMO EM PORTUGAL

Durante o corrente ano celebra-se o CENTENÁRIO da chegada do Escotismo a Portugal.

O 1.º grupo de escoteiros [scouts] de que há registo em território nacional surgiu em 1911 em Macau, por iniciativa do então tenente Álvaro de Melo Machado, governador daquela colónia portuguesa.



Em 1912, existiam já váris grupos em Portugal Continental.

O 1.º grupo de "Boy Scouts" da União Cristã da Mocidade foi fundado em Lisboa em 1912, e sgundo dizia FranK Giles, seu fundador e primeiro chefe, logo nos primeiros tempos do seu grupo, que em Coimbra e no Porto também já existiam "scouts".

Trata-se de um acontecimento que não pode passar sem uma forte manifestação de júbilo por parte de todos os escoteiros, os mais jovens e os adultos, quer estes sejam dirigentes no activo, quer se encontrem filiados nas organizações de Escotismo Adulto, mas também todos aqueles que passaram alguma vez pelo movimento escoteiro, porque a todos nos envolve o mesmo sentimento de que valeu a pena termos desfrutado dos jogos e aventuras que o Escotismo nos proporcionou, ensinando-nos a ser homens mais responsáveis, cidadãos úteis e conscientes.

Cem anos de um Movimento que não envelhece, preservando todas as características do seu método educativo, inalterável nos seus valores intrínsecos, não obstantes as constantes actualizações dos programas que o suportam, constituindo caso único de longevidade perante todos os sistemas educativos alguma vez conhecidos em todo o mundo.

sábado, 5 de novembro de 2011

Código Morse

O código morse é um sistema de representação de letras, números e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado intermitentemente. Foi desenvolvido por Samuel Morse em 1835, criador do telégrafo elétrico (importante meio de comunicação a distância), dispositivo que utiliza correntes elétricas para controlar eletroímans que funcionam para emissão ou recepção de sinais.

Uma mensagem codificada em Morse pode ser transmitida de várias maneiras em pulsos (ou tons) curtos e longos:
pulsos eléctricos transmitidos em um cabo;
ondas mecânicas (perturbações sonoras);
sinais visuais (luzes acendendo e apagando);
ondas eletromagnéticas (sinais de rádio);
Este sistema representa letras, números e sinais de pontuação apenas com uma seqüência de pontos, traços, e espaços.

Portanto, com o desenvolvimento de tecnologias de comunicação mais avançadas, o uso do código morse é agora um pouco obsoleto, embora ainda seja empregado em algumas finalidades específicas, incluindo rádio faróis, e por CW (continous wave-ondas contínuas), operadores de radioamadorismo. Código morse é o único modo de modulação feito para ser facilmente compreendido por humanos sem ajuda de um computador, tornando-o apropriado para mandar dados digitais em canais de voz.
O código morse pode ser transmitido de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de rádio com pulsos ou tons curtos e longos, ou como sinal mecânico ou visual (ex: sinal de luz) usando ferramentas como lâmpadas de Aldis e heliógrafos. Porque o código morse é transmitido usando apenas dois estados — ligado e desligado — é uma estranha forma de código digital. O código morse internacional é composto de seis elementos:
Sinal curto, ponto ou 'dit' (·)
Sinal longo, traço ou 'dah' (-)
Intervalo entre caracteres (entre pontos e traços)
Intervalo curto (entre letras)
Intervalo médio (entre palavras)
Intervalo longo (entre frases)
Portanto, o comprimento variável de caracteres do código morse dificulta a adaptação à comunicação automatizada, então foi amplamente substituída por mais formatos regulares, incluindo o Código Baudot e ASCII

O que se é chamado hoje de código morse difere em parte do que foi originalmente desenvolvido por Morse e seu assistente, Alfred Vail. Em 1948 uma distinção das seqüências do código, incluindo mudanças a onze das letras, foi feita na Alemanha e eventualmente adotada como o padrão mundial como Morse Internacional. A especificação original do código de Morse, muito limitada para o uso nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como Railroad ou Código morse Americano, e atualmente é muito raro o seu uso.


Alfabeto
Alfabeto Morse

Números
Números Morse

Pontuação

Pontuação Morse

Algumas abreviaturas

C - esta letra significa: «a sua repetição está certa».

G - «acuse a recepção repetindo»

R - «mensagem recebida»

T - a letra "T" é usada para indicar a recepção de cada uma das palavras do texto.

W - «estou impossibilitado de ler a sua transmissão em virtude de a luz não estar em condições ou mal apontada»

EEEEEE etc. - sinal de anulação ou erro.

TTTTTT etc. - sinal de reconhecimento.

UD - sinal de repetição. Emprega-se para obter a repetição de parte ou a totalidade da mensagem.

AR - fim de comunicação.


Código Homógrafo

Sabias que…
… o homógrafo baseia-se no sistema de telégrafos de semáforos, inventado pelo engenheiro francês Claude Chappe em 1793? 
… os telégrafos de semáforos destinavam-se a ser usados pelos militares franceses, mas rapidamente se espalharam por toda a Europa?
… os telégrafos de semáforos eram estruturas mecânicas, com braços, colocadas no cimo de torres ou edifícios?
… os franceses chegaram a ter uma rede de 556 estações de telégrafo de semáforos, cobrindo uma distância total de 4 800 quilómetros?
… o homógrafo é, também, conhecido como “sinalização homográfica” ou “sinalização semafórica”?
… as bandeiras devem ser quadradas, com cerca de 45 cm de lado, com duas cores separadas pela diagonal?
… as cores a usar são o vermelho e o amarelo, ou, em alternativa, o branco e o azul?
             





Em noventa minutos consegue-se, com relativa facilidade, treinar uma Patrulha de Exploradores para ficarem aptos a transmitir e receber mensagens em homógrafo com destreza e rapidez. Nos passos que a seguir se descrevem, não são dadas todas as letras do homógrafo, nem todos os pormenores técnicos correctos, mas apenas o necessário para permitir aos jovens dominar minimamente, em cerca de noventa minutos, este sistema de sinalização.

1º Passo – Material necessário
O homógrafo pode ser ensinado e treinado sem o recurso às bandeiras, bastando utilizar as mãos. Será interessante ter, nem que seja apenas para demonstração, um par de bandeiras. Convém ter uma lista de palavras para usar durante o treino, em especial para os três primeiros ciclos. Aos escuteiros poderá ser dado um cartão ou folha com as letras e respectivas posições de braços.


2º Passo – Bandeiras e posições
a) Começa-se por explicar, exemplificando, que o homógrafo funciona com os braços em posições que variam entre si em ângulos de 45º, organizando-se por ciclos. Deve alertar-se para o cuidado a ter com as posições dos braços, que devem ser bem definidas, para não causar dúvidas ao receptor. 
b) Explica-se como se seguram as bandeiras correctamente, com a haste no prolongamento do braço, ajudando com o dedo indicador.

Correcto
Incorrecto
c) Demonstra-se a posição dos pés, afastados um do outro, para dar maior equilíbrio.

3º Passo – Primeiro Ciclo (A-G)
a) O Chefe exemplifica todas as letras do primeiro ciclo, de A a G, com toda a Patrulha a acompanhar, repetindo os movimentos. Caso haja alguma dificuldade inicial, o Chefe pode colocar-se de costas para os escuteiros. 
b) Deve alertar-se para o cuidado a ter na letra D, em que a mão direita deve subir bem acima da cabeça, para ser bem vista ao longe.

Incorrecto
Correcto
Para se ver bem ao longe, é preciso elevar bem a mão acima da cabeça
c) Depois de algumas repetições, sempre com letras alternadas, o Chefe apenas diz as letras e os escuteiros tentam executar os movimentos correctos. 
d) Quanto estes estiverem razoavelmente bem sabidos, e para dar descanso aos braços dos jovens, o Chefe transmite as letras e os escuteiros tentam adivinhar. 
e) Para finalizar o primeiro ciclo, o Chefe transmite algumas palavras, para os escuteiros tentarem receber. Exemplos de palavras: abade, abafa, afaga, baba, baga, bebé, bege, cabaça, cabeça, caça, café, cega, cegada, década, faca, face, fada, geada. Acentos e cedilhas transmitem-se repetindo a letra (duas letras “c” significa “ç”).


Exemplo do cuidado de rodar o corpo, a ter com a letra I


4º Passo – Segundo Ciclo (H-N)
a) O Chefe exemplifica todas as letras do segundo ciclo, de H a N, com toda a Patrulha a acompanhar, repetindo os movimentos. A letra J virá mais à frente. 
b) Deve alertar-se para o cuidado a ter nas letras H e I: para que melhor se veja ao longe a posição dos braços, deve rodar-se o corpo para a direita.
c) Tal como para o primeiro ciclo, depois de os escuteiros acompanharem o Chefe nos movimentos, o Chefe indica letras para os escuteiros transmitirem e, depois, estes tentam adivinhar letras transmitidas pelo Chefe. 
d) Neste ciclo, há duas letras de fácil memorização pela posição dos braços: a letra I, que parece uma tesoura, e a letra N, na qual os braços parecem fazer as pernas da letra minúscula.
e) Depois de já serem razoavelmente bem conhecidas as letras do segundo ciclo, podem exercitar-se as letras dos dois ciclos (A-N), ao acaso.
f) Para terminar, o Chefe transmite algumas palavras, para os escuteiros tentarem receber. Exemplos: abelha, bela, bife, cabide, cama, cana, cima, galinha, ilha, lenda, lenha, lima, maca, mala, malha, menina, minha, nada.

A letra R é uma das mais fáceis de memorizar.


4º Passo – Terceiro Ciclo (O-S)
a) O Chefe exemplifica todas as letras do terceiro ciclo, de O a S, com toda a Patrulha a acompanhar. Com a letra O deve ter-se o mesmo cuidado que com as letras H e I, e com a letra P o mesmo cuidado que com a letra D.

Exemplo do cuidado de rodar o corpo, a ter com a letra O

b) Treina-se a transmissão e recepção, de letras alternadas, tal como feito para os ciclos anteriores. 
c) Treinar um pouco com as letras dos três ciclos (A-S).
d) Neste ciclo, há uma letra de fácil memorização: o R, com os dois braços na horizontal.
e) Com as letras dos três primeiros ciclos, já se podem construir centenas de palavras. O Chefe escolhe algumas, para os escuteiros transmitirem, todos ao mesmo tempo e sincronizados, sendo aconselhável que o Chefe vá soletrando as palavras, lentamente, para que os escuteiros se possam corrigir. 
f) Exemplos de palavras: almoço, barco, barco, boca, bornal, campo, canoa, capela, carro, crocodilo, dado, dinheiro, falcão, feio, foca, fogo, fósforo, golo, horas, insígnia, lobo, médico, mensagem, mesa, mocho, morse, panda, pioneiro, porco, raposa, relógio, saco, sino, socorro, sopa.
g) Por fim, o Chefe escolhe palavras e transmite-as para os escuteiros receberem. Nesta altura, é muito provável que mais de metade dos escuteiros sejam capazes de decifrar as palavras todas, mesmo que transmitidas com uma cadência acelerada das letras.


5º Passo – Últimas letras
a) Podem exemplificar-se as restantes letras usadas no vocabulário português (T, U, J, V, X e Z), seguinte a mesma metodologia usada anteriormente. 
b) Podem relembrar-se algumas letras, com algumas características especiais: o N, o R e o U, onde existe simetria na posição dos braços; o J que é o “contrário” do P; o M que confunde facilmente com o S; o I em “tesoura”;  
c) O Chefe transmite algumas palavras para os escuteiros receberem.




6º Passo – Jogos
Os jogos a seguir descritos podem ser usados com várias Patrulhas, ficando estas afastadas umas das outras mais de dez metros, e todas elas posicionadas a mais de trinta metros do Chefe. Destinam-se a apurar a capacidade de recepção dos escuteiros. 
a) Animais – o Chefe transmite o nome de um animal e a primeira Patrulha a imitar o som desse animal ganha um ponto. Exemplos: cão, gato, águia, tigre, mocho, vaca, ovelha, cavalo, galinha.
b) Acções – o Chefe transmite uma acção e a primeira Patrulha a executá-la (todos os elementos) ganha um ponto. Exemplos: saltar, sentar, rir, rebolar, deitar, marchar, chorar, beber, ganir, mugir, desmaiar, cantar, bocejar, uivar, dançar, tossir, palmas.
c) Objectos – o Chefe transmite o nome de um objecto e a primeira Patrulha a tocar nesse objecto ganha um ponto. Exemplos: tenda, panela, cantil, mochila, canivete, colher, vara, lata, sisal, bandeirola, lanterna.
d) Números – o Chefe transmite um número por extenso e a primeira Patrulha a formar esse número, no chão, com os corpos dos elementos, ganha um ponto.




7º Passo – Preparação de um posto
Sugere-se que uma estação para transmissão e recepção de mensagem em homógrafo seja composta por três elementos, que trabalham em equipa. 
a) Na recepção, os elementos A e B não tiram os olhos do posto que transmite e ditam as letras que recebem, as quais são apontadas pelo elemento C que não tira os olhos do seu caderno. Caso haja letras com dúvidas, deixa-se um espaço em branco, para posteriormente tentar-se adivinhá-las pelo sentido da palavra ou frase.
b) Na transmissão, o elemento D faz os movimentos de braços, o elemento E soletra-lhe as palavras e o elemento F, um pouco afastado, dá-lhe indicações para corrigir posições dos braços.


8º Passo – Transmissão entre postos
Sugerem-se os seguintes procedimentos na transmissão entre postos.
a) Entre cada palavra, as bandeiras descem, durante dois segundos, para a posição de “pronto”.



Posição de “pronto”, com as bandeiras em baixo

b) Para chamar a atenção do outro posto e avisar que vai começar uma transmissão, agitam-se os braços/bandeiras acima da cabeça.
c) Para um posto responder que recebeu a mensagem bem, basta transmitir a letra A. Enquanto não o fizer, o posto transmissor continuará a repetir a mensagem.
d) Quando se comete um erro na transmissão de uma letra de uma palavra, e se este for detectado antes de se transmitir outra palavra, é possível anular a palavra, bastando, para isso, transmitir o sinal de erro – os braços em posições simétricas da letra L.


9º Passo – Mais jogos
Depois do treino de transmissão entre postos, os escuteiros estão prontos para utilizar o homógrafo numa grande variedade de jogos. Em vez das habituais mensagens codificadas em papel, estas podem ser transmitidas às Patrulhas através de homógrafo – tarefas, enigmas, coordenadas, instruções, etc. A velocidade de transmissão e recepção em homógrafo pode ser o pretexto para uma competição entre Patrulhas.


Chefe Escoteiro leva o Radio Escotismo para o Espaço





Quem diria que o Rádio Escotismo um dia iria parar no espaço? Pois é... um dos astronautas da NASA, Kenneth Ranson, também é Radio Escotista e Chefe Escoteiro de uma Tropa em Houston. E ele está animado, poir em Março de 2013 ele seguirá rumo à Estação Espacial Internacional com seu Rádio Amador para se comunicar com todos aqui na Terra. (Continue Lendo)

Programados para seguirem rumo a Estação Espacial Internacional em 2013 dois astronautas passaram nos exames e conseguiram seus respectivos indicativos de chamada. 

Chris Cassidy recebeu o indicativo KF5KDR e seguira para a ISS em março de 2013 fazendo parte da expedição 35. Luca Parmitano recebeu o indicativo de chamada KF5KDP e seguirá para a ISS em maio de 2013 fazendo parte da expedição 36.


Nosso objetivo é ter pelo menos um tripulante licenciado e treinado a bordo da Estação Espacial Internacional. Com isso os astronautas a bordo podem utilizar os rádios em caso de emergência ou somente para manter contatos com Radioamadores em Terra nos momentos de lazer explicou a gerente do programa ARISS Rosalie Branco, K1STO. Kenneth Ranson, N5VHO, criador e idealizador dos rádios a bordo da ISS, disse a ARRL que os astronautas estão animados com os novos indicativos de chamada e também estão interessados nos contatos utilizando os rádios a bordo. 



A bordo da ISS atualmente estão três astronautas Russos e dois astronautas americanos. Ronald Garan KF5GPO e Catherine Coleman, KC5ZTH fazem parte da expedição 28. Alexander Kaleri, U8MIR e Oleg Skripochka RN3FU são Russos e Paolo Nespoli, IZ0JPA é italiano. 

Em junho de 2011 seguirá para a ISS a nova tripulação que fará parte da expedição 29. Michael Fossum, KF5AQG, Sergei Volkov, RU3DIS e Satoshi Furukawa, KE5DAW. Este grupo se juntará com Coleman e Nespoli e Dimitri Kondrateyev. De acordo com o calendário da ARISS pelo menos três astronautas a bordo são Radioamadores. 



Kenneth Ranson disse a ARRL que esta animado com o lançamento da expedição 29 até a ISS porque o astronauta Michael Fossum é radioamador e chefe escoteiro de uma tropa em Houston. Esperamos que o astronauta mantenha muitos contatos com Radioamadores e com escoteiros também. O Jamboree mundial será na Suécia este ano e o astronauta estará a bordo da Estação Espacial Internacional disponível para contatos proporcionando um momento emocionante para todos nós na Terra. 

InfoEscola: Sobre o Escotismo



InfoEscola: Navegando e Aprendendo



O escotismo  (do inglês scouting, que significa busca, exploração) é um movimento educativo para jovens que está presente em mais de 160 países, e possui aproximadamente 28 milhões de membros em todo o mundo, agrupados em diferentes organizações. As diretrizes do escotismo foram dadas pelo livro Escotismo para garotos (1908), do fundador do movimento, Robert Stephenson Smyth Baden-Powell.
Esta atividade nasceu como uma tentativa de combater a delinquência juvenil na Inglaterra, no início do século XX. O escotismo procura o desenvolvimento físico, espiritual e mental dos jovens para que, desta maneira, possam tornar-se bons cidadãos. O escotismo enfatiza as atividades lúdicas com objetivos educativos, atividades ao ar livre e serviço comunitário, estas últimas com o objetivo de formar o caráter e ensinar, de forma prática, os valores humanos (contrário à formação acadêmica teórica, por isso o exemplo do dirigente).
Cada país tem uma ou várias organizações que, respeitando as regras gerais do escotismo vigentes internacionalmente, desenvolvem suas próprias bases e diretrizes. Desta maneira, existem em diversos países organizações de escotismo católicas, protestantes, budistas, ortodoxas, anglicanas, muçulmanas, judias, etc.
A metodologia do escotismo está baseada no sistema de auto-educação progressiva, complementar ao da família e da escola, e se desenvolve a partir da interação de vários elementos, dentre os quais podemos destacar: a educação em valores expressados em uma promessa e uma lei aos quais se adere voluntariamente; programas progressivos, atraentes e estimulantes baseados nos interesses dos participantes, compostos por um marco simbólico sugestivo e um sistema progressivo de objetivos e atividades educativas variadas, incluindo jogos, habilidades úteis e serviços à comunidade. Estes ocorrem, na maior parte dos casos, ao ar livre, em contato com a natureza; a educação ativa através do aprender fazendo, do aprendizado através de jogos e por meio de tarefas; pertencer a pequenos grupos (por exemplo, uma patrulha) que, com o acompanhamento e a assistência responsável de adultos, incluem o descobrimento e a aceitação progressivos de responsabilidades, o autogerenciamento pendente para o desenvolvimento do caráter, a aquisição de habilidades e competências, a independência e confiança em si mesmo, o sentido das tarefas e a aptidão para cooperar e conduzir.
O escotismo é uma filosofia de vida que ensina o respeito pela natureza, a tolerância, a igualdade, o companheirismo, a atividade física e a capacidade de superar adversidades.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Mais Alguns Escoteiros Famosos



Adriana Birolli (Patrícia em Fina Estampa) é uma escoteira

Escoteira desde os 6 anos, Adriana Birolli (Patrícia em Fina Estampa) escala paredão no Rio.


Divulgação/ André Sá

Pouca gente sabe, mas Adriana Birolli, a (Patrícia em Fina Estampa), é escoteira desde pequena. 
A atriz, de 23 anos, ingressou no escotismo aos 6, como lobinha, por influência da mãe, Rosita, e do avô, Carlos, também escoteiros. 
Ela participou das comemorações pelo centenário do escotismo no Brasil, no Rio, e recebeu a maior honraria nacional por sua história na organização.
"Logo que virei lobinha, eu me apaixonei pelo escotismo e nunca mais saí "- conta Adriana a (Patrícia em Fina Estampa). - "Tirei a graduação máxima e só não virei chefe porque tive de me afastar há três anos, por causa da carreira de atriz".

Divulgação/André Sá

Em cartaz em São Paulo com a peça "Manual prático da mulher desesperada", Adriana veio ao Rio somente para receber a condecoração. 
Fez a saudação escoteira, foi cercada por mais de três mil crianças que estavam no evento e até subiu num paredão de escalada.

sábado, 29 de outubro de 2011

Escotismo pelo mundo – Egito


O Centro Escoteiro Internacional do Cairo recebe associações escoteiras e não escoteiras e hóspedes individuais. É um bonito prédio de seis andares, construído ao lado do Estádio do Cairo, construído para oferecer conforto aos seus hóspedes e estrutura para a realização de reuniões e conferências. É localizado a 15 minutos do Aeroporto Internacional do Cairo e a 20 minutos do centro da cidade, com acesso completo ao transporte público e privado.



O Centro Escoteiro Internacional do Cairo pode acomodar até 80 pessoas em quartos individuais e duplos. Cada quarto possui ar condicionado, banheiro, telefone, TV e frigobar. Também possui um restaurante que pode preparar refeições para todos os gostos e nacionalidades.
Se você vai viajar para o Egito e pretende ficar hospedado no Centro Escoteiro Internacional do Cairo, entre em contato com o Escritório Nacional da UEB (ueb.inter@escoteiros.org.br).


Escotismo pelo mundo – Benghazi

Estes garotos e homens – em uniformes reconhecidos no mundo todo – já não são somente uma organização juvenil. Eles ajudam a manter a ordem, um trabalho talvez bem além de sua idade.






Essa é uma das frases do artigo de Phil Ittner para o jornal Voice of America.
O texto nos leva até a Libia, país que passa por dificuldades neste momento, como temos visto nos meios de comunicação.
Para ajudar a manter a ordem no caos que se formou naquele país, os escoteiros de Benghazi (cerca de 3500), apesar de nunca terem recebido qualquer ajuda do governo, se mobilizaram. O fato nos mostra um dos valores que o escotismo trabalha: a ajuda ao próximo sem pedir nada em troca.
O homem que lidera estes escoteiros de Benghazi, o chefe Abdul Rahman, diz que é um orgulho fazer parte deste movimento mundial e prestar ajuda ao seu país.

Escotismo pelo mundo – Bósnia


O Grupo Escoteiro Okapi 465 dos Scouts de Aragon – Espanha lançou um grande projetoque deveria é deve ser tomada como exemplo.


Flyer de divulgação da campanha.

Tudo começou quando um escoteiro do G.E. Okapi, capitão da Marinha Espanhola em serviço em Mostar – Bósnia-Herzegovina, entrou em contato com o grupo escoteiro ‘Stari Grad’ deste país.
Nossos amigos bósnios, como sabemos, ainda estão se recuperando da última guerra. O capitão, vendo a dificuldade pela qual passava o ‘Stari Grad’, resolveu entrar em contato com seus camaradas do G.E. Okapi na Espanha e começar uma campanha de arrecadação.
O G.E. Okapi, por sua vez, colocou em funcionamento um projeto chamado Un Puente por la Paz, pelo qual está conseguindo doações de material escoteiro: desde uniformes até material de acampamento.
Este projeto foi dividido em várias fases e o estado de cada uma pode ser conferido no site que segue mais abaixo.

As fases são estas:
- Envio de 150 lenços escoteiros.
- Envio de cartas e realização de oficinas.
- Envio de camisas escoteiras.
- Atividades de conscientização.
- Ônibus da Paz com material de acampamento.
Esta última etapa será realizada com os escoteiros do G.E. Okapi que irão com um ônibus até a Bósnia e entregarão pessoalmente o material ao grupo bósnio.
Desde o Brasil lhes felicitamos por este projeto.
Para os que queiram saber como ajudar ou saber mais sobre o projeto, segue o site do G.E. Okapi:
http://www.gruposcoutokapi.com/index_archivos/proyectobosnia.htm
Ou se quiserem mandar um email:
proyectobosnia@gruposcoutokapi.com

Escotismo pelo mundo – Haiti

Desde a fundação do escotismo, este vem demonstrando saber estar presente em momentos onde precisam de sua ajuda. Afinal, um dos maiores objetivos do escotismo é o de servir ao próximo.

Várias associações, vários escoteiros do mundo inteiro se mobilizaram para ajudar a este país. Gostaria de citar cada uma dessas associações, cada um desses escoteiros, mas nada mais justo que dedicar este pequeno espaço aos Escoteiros Haitianos.
A comunicação no Haiti parece ter voltado relativamente ao normal. A informação abaixo foi dada ao Escritório Mundial dos Escoteiros pelos próprios escoteiros haitianos que trabalham no local.



Estas são algumas das tarefas que realizaram até o momento:
- Os escoteiros de Jacmel ajudaram os bombeiros na busca e resgate de vítimas nos escombros. Também ajudaram a distribuir alimento e água às vítimas.
- Os escoteiros de Saint-Marc instalaram um posto sanitário para prestar os primeiros socorros às vítimas de Porto Príncipe que sofreram ferimentos.
- Escoteiros de Saint-Georges e Caleb ajudaram a mais de 200 feridos a chegar à fronteira da República Dominicana com seus veículos particulares para que pudessem receber assistência médica, apesar do alto custo do combustível (entre 7 e 9 euros por 6 litros para chegar ao local). Ambos Grupos Escoteiros, graças aos membros de seus comitês locais, albergaram e alimentaram a muitas vítimas.
- Os escoteiros do Grupo Carrefour Gideon puderam salvar 725 pessoas. Estão fazendo caixões às dezenas de escoteiros mortos na tragédia. Além disso, cavaram uma fossa comum para enterrar a 150 pessoas.
- Há um verdadeiro desejo de todos os escoteiros do país em ajudar as vítimas do terremoto que quase destruiu Porto Príncipe, Petit Groâve, Leogane, Jacmel e Grand Goave.
- Uma missão internacional de avaliação para ajudar os escoteiros partirá de París dentro de poucas horas para avaliar as necessidades e adaptar um plano de ação que foi colocado em prática sexta passada.
- A missão estará composta por um voluntário cooperador, membro da Scouts et Guides de France, um jornalista do La Vie e será apoyada por um membro do MSC da Espanha.
- O Escotismo Mundial também trabalha em estreita colaboração com organismos humanitários, como o ACNUR e a UNICEF.

Escotismo pelo mundo – Japão


Como é de conhecimento de todos, o Japão sofreu recentemente um terrível terremoto seguido de um tsunami e estão, neste momento, sob alerta nuclear.
Os escoteiros do Japão não ficaram ociosos frente a atual situação do país.
As guias do país têm facilitado informação (em inglês) no seu site oficial. Dizem que nos escritórios centrais da organização, em Tókio, todos estão a salvos, mas que não se tem notícias de suas companheiras nas regiões mais afetadas ((Miyagi, Fukushima, Iwate e Ibaraki).
Impossibilitados de viajarem para acudir as vítimas dessas regiões, as guias estão arrecadando dinheiro para o iminente trabalho de resgate e recuperação do Japão.
Aqueles que tenham interesse em ajudar, devem colocar-se em contato através do e-mail gsj@girlscout.or.jp e fornecer nome e forma de contato.
Estas são as informações bancárias das Girl Scouts of Japan:
Account Number (Número da conta): 162-1315303
ABA/Swift Number: MHBKJPJT
Bank Name (Nome do Banco): MIZUHO BANK, LTD., Shibuya-Chuo Branch
Bank Address (Endereço do Banco): 23-3 Udagawa-cho, Shibuya-ku, Tokyo, 150-0042, JAPAN
Payee (Destinátario): Girl Scouts of Japan
Address (Endereço): 1-40-3 Nishihara, Shibuya-ku, Tokyo, 151-0066, JAPAN

Escotismo pelo mundo – Austrália


AUS_Flor

O escotismo na Austrália surgiu em 1908, mesmo ano da primeira publicação do livro “Scouting for Boys” (Escotismo Para Rapazes) na Inglaterra. As diversas visitas de Baden Powell a Austrália contribuíram para o crescimento do movimento no país. A Associação de Escoteiros da Austrália passou a integrar Organização Mundial do Escoteiro Movimento Escoteiro (WOSM) em 1953.


AUS_Jamboree            

Atividades 

O Jamboree Nacional Australiano é realizado a cada três desde 1934, sendo interrompido apenas durante o período da Segunda Guerra Mundial. O Jamboree é o maior evento escoteiro no país. Em 1988 a Austrália foi sede da 31º Conferencia Mundial Escoteira e do 16º Jamboree Mundial Escoteiro, que contou com a presença de 15.000 escoteiros de 94 países.                                            


Promessa Escoteira
A Promessa pode ser feita de duas formas:
On my honour
Pela minha honra
I promise that I will do my best
Eu prometo fazer o meu melhor
To do my duty to my God and
Para cumprir meus devereres com meu Deus e
To the Queen of Australia,
À Rainha da Austrália,
To help other people, and
Ajudar outras pessoas, e
To live by the Scout Law
Viver pela Lei Escoteira
Ou então:
On my honour
Pela minha honra
I promise that I will do my best
Eu prometo fazer o meu melhor
To do my duty to my God and
Para cumprir meus devereres com meu Deus e
To Australia,
A Austrália,
To help other people, and
Ajudar outras pessoas, e
To live by the Scout Law
Viver pela Lei Escoteira
A diferença é pelo fato que muitos australianos apoiam a monarquia e outros preferem que o país se torne um república.


Como são divididos os ramos
A partir dos 6 anos de idade já é possivel ingressar como elemento juvenil no primeiro dos 5 ramos do escotismo australiano. Os ramos são:

Joeys Scouts


Jovens de 6 a 7,5 anos
A ênfase está na diversão e amizade e uma leve introdução a um mundo de desafios e aventuras através do Escotismo.
Promessa Joey
Eu prometo fazer o meu melhor para amar meu Deus e ser útil.



Cubs Scouts (Lobinhos)


Jovens de 7,5 a 10,5 anos
As atividades dos Cubs são baseadas no livro “Jungle Book” (Livro da Selva). Os chefes de seção normalmente recebem nomes baseados em personagens da história, como Bageera ou Baloo.
Scouts
Jovens de 10,5 a 14,5 anos
Visa o desenvolvimento do caráter e liderança oferecerendo atividades divertidas, como caminhadas, rapel e camping.
Venture
Jovens de 14,5 a 17,5 anos
É o quarto ramo do escotismo australiano, foi fundado em 1946. Embora não seja muito utilizado, o lema dos Ventures é “Look Wide”, ou “Olhe Adiante” em tradução livre.
      
Rovers
Dos 17,5 aos 26 anos
Esse é o sonho de muitos Pioneiros no Brasil, ser pioneiro até os 26 anos.
E assim como no Brasil, trabalham o Servir.


Escotismo na Autrália em números
Joeys – 5.157
Cubs – 21.135
Scouts – 17.056
Ventures – 4.185
Rovers – 2.304
Chefes – 12.973
Grupos Escoteiros – 1.668